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ÔMEGA: O DIABO QUE REENCARNOU MULHER
Por Lúcia dos Santos Pimenta e Felipe Gruetzmacher * Ed Constantine era um assassino que nasceu com o instinto de destruir. Cresceu em um lar amoroso, mas o amor nunca o domesticou. Começou matando animais. Na adolescência, passou para mulheres. Na idade adulta, buscou na magia a justificativa para o seu apetite cruel. Assim, louco e imprevisível, achava que conseguiria fama e fortuna em rituais mágicos envolvendo assassinatos e canibalismo. Ed preferia moças jovens, pois ac

Felipe Gruetzmacher
há 1 dia5 min de leitura


O MONSTRO DE ÁCIDO
Por Felipe Gruetzmacher * Chae Sang, assistente social, estava em seu escritório refletindo sobre a ineficiência do seu trabalho. Ele tinha finalizado um projeto de inclusão produtiva por falta de verbas. Neste momento, entra o chefe de Chae. A liderança percebe a frustração nos olhos verdes do profissional e logo dispara uma fala angustiante: — Entenda uma coisa, Chae. O dinheiro move o mundo. Sem verbas, o projeto de inclusão produtiva não obteve êxito. É natural. Além do m

Felipe Gruetzmacher
12 de out. de 20256 min de leitura


ESCREVENDO A HISTÓRIA: POR QUE NÃO DE MANEIRA ESTÉTICA, ARTÍSTICA E POÉTICA?
Por Audi Roberto Rodrigues * “De que maneira a Historia deve ser escrita?” É um tema muito recorrente e caro a nós Historiadores. Há quem diga que não se pode fazer uma História que emocione, que fale sobre sentimentos, paixões e afetos. Para muitos a escrita deve ser norteada por uma estrutura dada, que fale somente de datas, conjecturas e processos – e que não caberia ao nosso saber emocionar as pessoas. Penso diferente : a capacidade que a História tem de influenciar soci
Audi Roberto Rodrigues
3 de set. de 20234 min de leitura


QUANDO O K-POP ENCONTRA A LITERATURA
Um olhar sobre o grupo CIX e as referências à Divina Comédia como alegoria para tratar das aflições da juventude e do amadurecimento. Por Suzana Nascimento Veiga * Para mim – como pesquisadora de história social e sua relação com literatura, política e cultura – o K-pop tem sido um campo de exploração muito interessante, e sua linguagem, efetivada em múltiplas formas, um desafio peculiar para entender as possibilidades com as quais ele tensiona a conformação e a resistência à

Suzana Nascimento Veiga
9 de jul. de 202310 min de leitura


THE OFFICE E DOM QUIXOTE
Por Ricardo Cortez Lopes * Tendemos a não gostar do que nos parece falso . Isso se aplica a pessoas e também a situações. Porém, existe um tipo de falso que podemos até mesmo simpatizar, que é aquele que acha que é aquilo que não é. Por exemplo, Dom Quixote de la Mancha , clássico da literatura universal. Imagem 01: Capa do livro "Dom Quixote de La Mancha" No clássico de Cervantes, o moderno acha que é um cavaleiro medieval e sofre as consequências em um mundo institucionali

Ricardo Cortez Lopes
2 de jun. de 20233 min de leitura
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