APROXIMAÇÕES CONCEITUAIS ENTRE REPRESENTAÇÃO E SÍMBOLO
- Ricardo Cortez Lopes

- 17 de jan.
- 1 min de leitura
Por Ricardo Cortez Lopes*

Muitas pessoas confundem representação com símbolo. No entanto, são coisas diferentes, e o post de hoje é justamente para esclarecer esse tema! Vale lembrar que existem diversos autores que tratam desses conceitos, por isso vamos adotar aqui uma perspectiva mais geral — que você pode aprofundar nos comentários.
A representação funciona como um sistema que protege um núcleo associativo, responsável por estabelecer a ligação entre a representação e o referente (aquilo que se pretende representar). Para isso, ela interpreta o mundo por meio do nosso aparelho cognitivo. Assim, a representação pode mudar de conteúdo quando não é corroborada, o que a faz se comportar quase como um ser vivo.
Já na semiótica, o símbolo é um tipo de signo. Ele não se parece com aquilo que representa e depende de um acordo cultural para fazer sentido — por isso, suas leituras variam tanto. A balança da justiça, o coração do amor, o emoji que você escolhe: tudo isso são símbolos.
Em uma perspectiva mais ampla, podemos dizer que a representação compõe o símbolo — cuja materialidade expressa uma ou mais representações.
E você? Enxerga o mundo como um representante ou como um semiótico?
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* Escritor e Pesquisador. Doutor, Mestre e Graduado em Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.



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