top of page
Buscar


TEFË TËMA USHË PIU, PENQUIO MËDAC — NUQUI CHËNANBUD CHIDO
Por Adriano Gomes* Ontem, na cidade que me acolheu, Tefé, a lua estava vermelha enquanto no mesmo horário na minha cidade natal, Coari, a lua não estava vermelha. Esse fenômeno que muita gente olha e diz só “bacana, que bonita a lua”, na verdade mascara algo que não é nada bom — e depois que você entende a física por trás da cor, não consegue mais ver apenas uma paisagem bonita. A explicação não tem mistério, é ciência básica: a luz que vemos na lua é só a luz do sol refleti

Adriano Gomes
6 de ago.4 min de leitura


O CANTO DAS SEREIAS: ENTRE O MITO, A HISTÓRIA E A CIÊNCIA
Por Adriano Gomes* Há uma expressão popular que diz: “caiu na rede é peixe”, mas nem sempre, no universo fascinante da nossa imaginação, aquilo que capturamos é realmente o que parece — e poucas figuras ilustram isso tão bem quanto a sereia. Desde as épicas navegações de Odisseu, há quase 2800 anos, até os vídeos que surgem diariamente na internet, esse ser metade mulher e metade peixe habita a fronteira entre o mito e a realidade, despertando em nós uma curiosidade que mistu

Adriano Gomes
28 de jul.3 min de leitura


DA CULTURA AO RELÓGIO: A RUPTURA LUHMANNIANA COM PARSONS
Por Williem da Silva Barreto Júnior * O problema da ordem social atravessa a história do pensamento ocidental como uma pergunta insistente: como é possível que indivíduos contingentes estabeleçam vínculos estáveis? Reformulada por Parsons sob o conceito de dupla contingência e radicalizada por Luhmann na teoria dos sistemas, essa questão desloca o foco dos fundamentos normativos para os mecanismos operativos da comunicação. O presente texto examina essa trajetória conceitual,

Williem da Silva Barreto Júnior
28 de fev.5 min de leitura


VALE A PENA PUBLICAR EM REVISTAS DE QUALIS A1?
Por Ricardo Cortez Lopes * À primeira vista, a frase do título soa estúpida. As revistas A1 seguem todos os critérios do ponto de vista burocrático com excelência, enquanto seus pareceristas garantem o critério no seu conteúdo. Assim, a revista empresta a você um pouco do brilho dela e valoriza o seu escrito, no mínimo diante de outros pesquisadores. Mas isso não responde todos os sentidos possíveis da pergunta do título. Afinal, só falamos do resultado, do seu artigo já pub

Ricardo Cortez Lopes
31 de jan. de 20234 min de leitura


COMO EU FAÇO DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA? UM MODELO POSSÍVEL
Por Ricardo Cortez Lopes * Cientistas, obviamente, gostam de ciência. Só que, na sociedade, somos um grupo restrito; uma porcentagem pequena de pessoas se interessa por esse tema — é só você lembrar quantas pessoas o chamavam de NERD na escola. Se esse desinteresse acontece por falta de acesso ou por afinidade, é difícil dizer, pois não é uma questão que é possível investigar de fato. A questão é que a divulgação científica é a crença que a falta de acesso é que restringe o

Ricardo Cortez Lopes
23 de jan. de 20233 min de leitura
bottom of page
.png)