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A GUERRA DA UCRÂNIA SOB AS SOMBRAS DE SPIDER-NOIR
Por Adriano Gomes* Se tem uma coisa que a gente aprendeu com histórias de super-heróis, é que tudo costuma ser muito prático e organizado: o mocinho usa a roupa colorida, o vilão tem risada malvada, eles brigam, o bem vence, a banda toca e todo mundo vai para casa feliz, como se nada tivesse acontecido. Parece até uma partida de futebol, onde basta saber de que lado é a torcida para já saber quem é o cara certo e quem é o errado. Mas daí aparece o Spider-Noir, e muda tudo de

Adriano Gomes
28 de jul.6 min de leitura


DA PÓLIS AO IDIOTA: O QUE OS GREGOS AINDA TÊM A ENSINAR SOBRE POLÍTICA E CIDADANIA
Por Adriano Gomes* Ah, os gregos... esses homens de túnica, barba comprida e uma paixão por debater que dava gosto! Eles inventaram tanta coisa que a gente usa até hoje, e uma das maiores invenções deles foi a Política. Mas calma lá, não pense que é a mesma coisa que a gente vê na televisão, com discursos enrolados, promessas que somem mais rápido que dinheiro no fim do mês e aquela briga eterna de partidos. Para os gregos, política era coisa séria, mas também era coisa de ge

Adriano Gomes
28 de jul.5 min de leitura


GEOPOLÍTICA DE BOTECO: O AXÉ, A CHUTZPAH E O SACRILÉGIO DO PODER
Por Adriano Gomes* A geopolítica, meus caros, é um palco onde a história se repete, primeiro como tragédia, depois como farsa, e, no nosso caso, como uma comédia de erros com sotaque e um toque de referências culturais profundas. O cenário que se desenha a partir de certas ambições territoriais é tão hilário quanto assustador, e nos convida a uma reflexão profunda, mas com um copo de caipirinha na mão e um olho no mapa. Imaginemos a cena: o Presidente Luiz Inácio Lula da S

Adriano Gomes
28 de jul.4 min de leitura


VENEZUELA, TRUMP E BRASIL: UMA TRAMA MAIS ENGANCHANTE QUE NOVELA!
Por Adriano Gomes* Ei, ei, vem cá que a gente vai atualizar essa história que já estava mais gostosa que pipoca de cinema – e agora tem mais um capítulo que ninguém esperava! Vamos aos fatos, com aquele clima de "eu já sabia, mas vou fingir que é novidade". Capítulo 1: O Trump que não ligou o "alô" pro Congresso Se o Donald Trump fosse um funcionário de escritório, ele seria aquele que usa o carro da empresa pra levar o cachorro no veterinário sem pedir autorização. Todo mun

Adriano Gomes
28 de jul.4 min de leitura


O WHATSAPP É O MAIOR MAL DA HUMANIDADE
Por Georgino Jorge de Souza Neto* O WhatsApp é o maior mal da humanidade (e não estou exagerando). Desconfio que o mundo caminhava relativamente bem até inventar o WhatsApp. É verdade que já havia guerras, pestes, fome, ditaduras, bombas atômicas e gente colocando uva-passa no arroz. Mas tudo isso, visto hoje em perspectiva histórica, parece um ensaio para o verdadeiro apocalipse. O problema do WhatsApp é que ele democratizou o acesso à opinião. Antes, para alguém dizer uma g

Georgino Jorge de Souza Neto
20 de jun.4 min de leitura


O SOFRIMENTO CIVIL COMO FRONTEIRA ÉTICA: REFLEXÕES SOBRE GUERRA E HUMANISMO
Por Georgino Jorge de Souza Neto * Diante das notícias de um ataque militar promovido por Estados Unidos e Israel contra o Irã , o que primeiro se impõe não é o cálculo geopolítico, mas a consciência moral. Toda ação bélica que amplia o sofrimento civil, que tensiona ainda mais um Oriente Médio historicamente dilacerado e que reitera a lógica da força como linguagem diplomática, deve ser objeto de crítica rigorosa e de luto solidário. Não se trata de ignorar a complexidade

Georgino Jorge de Souza Neto
1 de mar.2 min de leitura


QUANDO A HISTÓRIA RETORNA COMO ADVERTÊNCIA
Por Georgino Jorge de Souza Neto * Comparar Donald Trump a Adolf Hitler não significa dizer que são a mesma coisa, nem que o trumpismo é o nazismo. Significa reconhecer que certas engrenagens do autoritarismo reaparecem na história com novas roupas, novos inimigos e novas tecnologias. O nazismo não surgiu do nada. Ele se alimentou de ressentimento social, medo, humilhação nacional e da promessa de restauração de uma grandeza perdida. O trumpismo opera em chave semelhante: Mak

Georgino Jorge de Souza Neto
25 de jan.2 min de leitura


GEOPOLÍTICA SEM DISFARCES: OS EUA COMO "PLAYER" EXPLÍCITO DE PODER
Por Gustavo Bertoche * Em seu famoso discurso de 14 de fevereiro de 2025, J.D. Vance explicou com clareza extrema a visão de mundo que orienta o governo Trump: os EUA abandonam a posição de "polícia do mundo", e consequentemente despem a fantasia de neutralidade; a partir de agora, comportam-se como "player" no jogo geopolítico, de modo explícito e sem subterfúgios, visando somente aos seus próprios interesses nacionais, por meio da diplomacia e das armas. Assim, todos os com

Gustavo Bertoche
5 de jan.2 min de leitura


IMPERIALISMO BRUTO, PURO E SIMPLES
Por Gustavo Bertoche * O plano dos EUA é simplesmente invadir e "comandar a Venezuela por enquanto" ( "we're going to run the country for now" ), com o propósito simples de tomar-lhes pela força o petróleo (afinal, de acordo com o vice-presidente J.D. Vance, o petróleo da Venezuela pertence aos EUA, e teria sido roubado pelos venezuelanos quando toda a sua produção foi estatizada). Em outras palavras: eles não sequestraram Maduro para "interromper o consumo de cocaína nos EUA

Gustavo Bertoche
4 de jan.2 min de leitura
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