top of page
Buscar


MANIFESTO PELA LIBERDADE ACADÊMICA SEM (AUTO)RESPONSABILIZAÇÃO
Por Gustavo Biscaia de Lacerda* Há algumas semanas, um grupo heterogêneo de professores universitários de ciências sociais lançou um Manifesto pelo Pluralismo e pela Liberdade Acadêmica. Esse documento é notável tanto pelo que diz quanto pelo que não diz, bem como pelo local em que foi redigido e por seus subscritores iniciais, e exige algumas reflexões. O documento foi originalmente assinado por cientistas sociais de grande projeção nacional, alguns dos quais têm colunas fix

Gustavo Biscaia de Lacerda
20 de jun.5 min de leitura


QUEM FALA EM NOME DA CIÊNCIA?
Por Gustavo Bertoche* Não existe “a posição da ciência”. Como mostraram Bachelard, Kuhn, Feyerabend e muitos outros depois deles, a ideia de uma posição unitária da ciência não passa de uma idealização. "A ciência" não afirma nada; "a ciência" não sustenta posição nenhuma. Quem afirma, quem sustenta as suas posições, são "cientistas" e "grupos de pesquisa". E eles não afirmam nada em uníssono, eles não pensam em bloco: não existe unanimidade em nenhum campo científico. Como d

Gustavo Bertoche
20 de jun.2 min de leitura


A ILUSÃO DE "SEGUIR A CIÊNCIA"
Por Gustavo Bertoche * Muitas pessoas inteligentes julgam necessário "seguir a ciência" em questões políticas. Elas não percebem que: • Em primeiro lugar, não existe " a ciência": não há uma instituição ou um grupo de indivíduos que tenha a prerrogativa de falar em nome de todos os pesquisadores do mundo. Ademais, cada campo científico tem seus próprios objetos e métodos. Além disso, dentro de cada campo científico há uma pluralidade de posições. Isto é: quem afirma falar "em

Gustavo Bertoche
19 de jan.4 min de leitura


NADA DE NOVO SOB O SOL DA FILOSOFIA: OS PROBLEMAS DE SEMPRE COM NOVAS ROUPAGENS
Por Gustavo Bertoche * Muitos intelectuais acreditam lidar com problemas absolutamente novos, jamais pensados anteriormente — problemas como, por exemplo, a questão da "inteligência artificial", o caráter autofágico da democracia, a proposta do gênero neutro na língua portuguesa. O que os intelectuais do nosso tempo ignoram — devido à sua deficiência cultural — é que esses problemas já eram discutidos, sob outras formas, há milhares de anos. O caso específico da proposta do p

Gustavo Bertoche
15 de jan.2 min de leitura


PUBLIQUE HOJE, SEJA LIDO AMANHÃ: REVISTAS JURÍDICAS BRASILEIRAS COM PROCESSOS EDITORIAIS ÁGEIS
Por Williem da Silva Barreto Júnior * 1 Considerações Iniciais Quem produz pesquisa acadêmica no Brasil conhece bem o dilema: o tempo entre a submissão e a publicação pode chegar a dois ou três anos. Nesse intervalo, o contexto social, jurídico e político muda, debates se atualizam e, muitas vezes, o impacto do trabalho se dilui. A boa notícia é que existem periódicos jurídicos brasileiros comprometidos com processos editoriais mais ágeis, sem abrir mão da qualidade, da avali

Williem da Silva Barreto Júnior
3 de jan.3 min de leitura


REVISTA PARAJÁS ESTREIA NOVO SITE
Pela Equipe Editorial da Revista Parajás * A renomada Revista Parajás, conhecida por seu foco em debates acadêmicos humanísticos e sociais, está de casa nova na internet. A partir de hoje, a revista operará através de um novo site ( www.revistaparajas.com.br ), prometendo uma experiência mais fluída e acessível para seus leitores e colaboradores. Com a mudança, todos os artigos deverão ser submetidos exclusivamente pelo novo portal. A equipe editorial da Parajás acredita que

Instituto Parajás
23 de jun. de 20241 min de leitura


PESQUISADOR, NÃO SE LIMITE AO SEU DIPLOMA OU AO SEU CARGO
Por Ricardo Cortez Lopes * É muito comum você ver por aí histórias de superação de pessoas que, após todas as dificuldades, conseguiram conquistar o seu tão aguardado diploma. Muitas vezes são histórias muito bonitas e inspiradoras. Porém, para um pesquisador, o título não deve ser o auge de sua vida, ele é o começo. Ou melhor: é uma oportunidade que você teve de estudar e desenvolver uma pesquisa acompanhado de professores, colegas, orientação, etc , em uma primeira experiên

Ricardo Cortez Lopes
5 de abr. de 20234 min de leitura


AINDA FAZ SENTIDO TERMOS NORMAS DE FORMATAÇÃO PARA REFERÊNCIAS?
Por Ricardo Cortez Lopes * Logisticamente falando, o trabalho científico, antigamente — principalmente antes da computação —, era bem mais complexo de executar do que é agora. Por exemplo: apenas para fazer uma revisão bibliográfica, por mais simples que fosse, implicava em ir até uma biblioteca e pesquisar catálogos. Dos livros encontrados, era preciso buscá-los nas prateleiras para, depois, começar a lê-los e selecionar o que é relevante. Isso sem a ajuda do ctrl+f . Dep

Ricardo Cortez Lopes
16 de mar. de 20234 min de leitura


O OPERÁRIO E O ENGENHEIRO DA PESQUISA
Por Ricardo Cortez Lopes * Você já deve estar cansado de ler textos que falam dos tipos de orientadores, dos tipos de alunos, dos tipos de professores etc . Alguns deles possuem fundamento científico, outros são crônicas de vivências e outros são engraçados. Esse texto é opinativo sobre perfis de pesquisadores, então segue a segunda tendência. Logo, fique a vontade para contestar as ideias o quanto quiser; é possível até que esse texto mesmo mude de acordo com a intensidade d

Ricardo Cortez Lopes
28 de fev. de 20235 min de leitura


VALE A PENA PUBLICAR EM REVISTAS DE QUALIS A1?
Por Ricardo Cortez Lopes * À primeira vista, a frase do título soa estúpida. As revistas A1 seguem todos os critérios do ponto de vista burocrático com excelência, enquanto seus pareceristas garantem o critério no seu conteúdo. Assim, a revista empresta a você um pouco do brilho dela e valoriza o seu escrito, no mínimo diante de outros pesquisadores. Mas isso não responde todos os sentidos possíveis da pergunta do título. Afinal, só falamos do resultado, do seu artigo já pub

Ricardo Cortez Lopes
31 de jan. de 20234 min de leitura
bottom of page
.png)