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QUANDO A PALAVRA E O BLUES COMEÇAM, NÃO DÁ MAIS PARA PARAR: SOBRE TALENTO, INSISTÊNCIA E O DESCONFORTO DE LEVAR A PRÓPRIA VOZ A SÉRIO
Por Georgino Jorge de Souza Neto * Tem quem jure, com a convicção dos que nunca leram um parágrafo inteiro de Goethe, mas confiam cegamente em correntes de WhatsApp, que Robert Johnson só tocava daquele jeito porque, numa encruzilhada qualquer do Mississippi, vendeu a alma ao diabo em troca de talento. É uma lenda belíssima, diga-se: simplifica o mistério, infantiliza o esforço e preserva a tranquilidade moral dos medíocres. Afinal, se o talento vem do inferno, ninguém precis

Georgino Jorge de Souza Neto
6 de jan.2 min de leitura


ESCREVER É RECORTAR, COSTURAR E ALINHAVAR
NÃO SOMOS BONS ESCRITORES. EIS A MÁXIMA DE NOSSO PROCESSO DE ESCRITA ACADÊMICA... Por Emanuel Calebe Araújo Silva * Hoje, o professor Dr. Robson Cruz publicou um texto que me levou a algumas percepções (chamei, em minha página, de insights ). Cruz, com a sensibilidade que lhe é própria na escrita, apontou para elementos comparativos entre a prática acadêmica, notadamente a escrita, e trabalhos técnicos como o de mecânico(a) ou costureiro(a). O título do texto (“Ser especial o
Emanuel Calebe Araújo Silva
26 de dez. de 20234 min de leitura


ESCREVENDO A HISTÓRIA: POR QUE NÃO DE MANEIRA ESTÉTICA, ARTÍSTICA E POÉTICA?
Por Audi Roberto Rodrigues * “De que maneira a Historia deve ser escrita?” É um tema muito recorrente e caro a nós Historiadores. Há quem diga que não se pode fazer uma História que emocione, que fale sobre sentimentos, paixões e afetos. Para muitos a escrita deve ser norteada por uma estrutura dada, que fale somente de datas, conjecturas e processos – e que não caberia ao nosso saber emocionar as pessoas. Penso diferente : a capacidade que a História tem de influenciar soci
Audi Roberto Rodrigues
3 de set. de 20234 min de leitura
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