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GASTON BACHELARD: ENTRE A CIÊNCIA E A POESIA, A EDUCAÇÃO COMO FUNDAMENTO ÉTICO E POLÍTICO DA SOCIEDADE
Por Gustavo Bertoche* Em 16 de outubro de 1962 Gaston Bachelard nos deixava. Bachelard nasceu em 1884 numa família de pequenos comerciantes no interior de Bar-sur-Aube, na Champagne. Passou a infância nos campos. Foi funcionário dos Correios. Esteve nas tricheiras por 38 meses durante a guerra, instalando e reparando cabos telegráficos, e recebeu a Croix de Guerre. Tornou-se pai em 1919 e viúvo em 1920. Entre 1919 e 1930, foi professor de física e química no liceu de sua cida

Gustavo Bertoche
há 5 dias2 min de leitura


PARA ALÉM DA CARTOGRAFIA: JUVENTUDE, EDUCAÇÃO E A CONSTRUÇÃO DE UMA VISÃO MAIS JUSTA DO MAPA MUNDI
Por Daniel Camurça Correia* O mapa-múndi de Mercator foi elaborado pelo cartógrafo flamengo Gerardus Mercator e publicado em 1569, inicialmente com uma finalidade fortemente relacionada à navegação marítima. Sua projeção cilíndrica preserva características importantes de direção e orientação, tornando-se extremamente útil para representar trajetórias sobre os oceanos. Entretanto, transformar a superfície curva da Terra em uma representação plana exige inevitavelmente algum ti

Daniel Camurça Correia
26 de set.3 min de leitura


DA FILOSOFIA PLATÔNICA AO NEOFASCISMO DIGITAL: REFLEXÕES SOBRE ÓDIO, XENOFOBIA E JUVENTUDE
Por Daniel Camurça Correia* A filosofia de Platão, desenvolvida na Grécia Antiga entre os séculos V e IV a.C., exerceu profunda influência sobre a formação do pensamento ocidental. Discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles, Platão fundou a Academia de Atenas e dedicou sua vida à investigação da justiça, da política, da ética e da educação. Em suas obras, defendia que a construção de uma sociedade equilibrada dependia do cultivo da razão, do conhecimento e da formação mora

Daniel Camurça Correia
6 de ago.3 min de leitura


O APRENDIZADO E A ARTE DE QUERER SABER: POR QUE A FORÇA NÃO ENSINA NINGUÉM
Por Adriano Gomes* Diz uma verdade antiga, gravada na nossa mente como uma regra universal: “somente é possível aprender o que desejamos”. E não é que isso é mais real do que qualquer lei da física? Ninguém — repito, ninguém — aprende algo que não queira, que não veja graça, razão, utilidade ou, vamos combinar, um pouco de emoção na história. Desejamos só o que nos parece bom, divertido, prazeroso ou que nos dê alguma vantagem. Resumindo: só damos espaço no cérebro para o qu

Adriano Gomes
28 de jul.5 min de leitura
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