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O LAÇO VERMELHO NO OLIMPO: EMÍLIA, ATENA E A GUERRA DAS REPRESENTAÇÕES
Por Ricardo Cortez Lopes * Era uma tarde dessas em que o vento parece mexer ideias, não folhas, no Sítio do Picapau Amarelo. No terreiro, Emília estava com o cenho franzido — o que, nela, significava revolução iminente. — Narizinho! — gritou a boneca. — Descobri que existe uma deusa que manda na sabedoria! Um monopólio intelectual! Um escândalo olímpico! E ainda é a deusa da Represontologia, aquela ciência simpática que falou o quanto sou maravilhosa. — Que deusa, Emília? — p

Ricardo Cortez Lopes
16 de fev.4 min de leitura
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