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HAMNET E O SILÊNCIO DE CHLOÉ ZHAO: QUANDO O MITO DE SHAKESPEARE POUSA NO CHÃO
Por Alexandre Gossn* Escrevo este ensaio a partir de uma posição de cautela e escuta. Como homem e pesquisador, ao me debruçar sobre uma obra como Hamnet, entendo que meu papel não é o de validar a experiência feminina ali exposta, mas o de testemunhar a força de uma narrativa que nasce, floresce e se sustenta sob o olhar e a escrita de mulheres. Feita esta importante ressalva. Vamos ao filme... O filme é um ecossistema de sensibilidade feminina: parte do romance visceral de

Alexandre Gossn
13 de jul.3 min de leitura
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