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REPUTAÇÃO ILIBADA: REQUISITO PARA INGRESSAR NO STF, MAS NÃO PARA PERMANECER?
Por Renat Nureyev Mendes* Há alguns dias, ao ler uma publicação do professor Ronaldo Bretas no Facebook, na qual questionava a profundidade do conhecimento jurídico de atuais integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), voltei a refletir sobre os critérios que legitimam o acesso à mais alta instância do Poder Judiciário brasileiro. A provocação não é propriamente nova, mas adquire especial relevância diante dos acontecimentos recentes que envolvem a Suprema Corte e colocam

Renat Nureyev
há 6 dias6 min de leitura


QUANDO O LOGOS DEIXA DE JULGAR O PODER: PLATÃO, ÉTICA E A CRISE DO JUDICIÁRIO BRASILEIRO
Por Gustavo Bertoche* Sobre a exposição da corrupção na Suprema Corte: o STF não é um tribunal politicamente neutro. É, do início ao fim, um tribunal político, sujeito a todas as vicissitudes da práxis política. A corrupção dos ministros, que enriquecem advogando pelas partes que serão julgadas (porque é óbvio que um pagamento de 131 milhões à esposa do ministro é um pagamento de 131 milhões ao próprio ministro), é a expressão do funcionamento adequado do sistema, e não uma a

Gustavo Bertoche
27 de set.6 min de leitura


TOMADA DE DECISÕES EM UMA DEMOCRACIA: A SUPREMA CORTE COMO FORMADORA DE POLÍTICAS NACIONAIS — BREVES COMENTÁRIOS AO CÉLEBRE ENSAIO DE ROBERT DAHL
Por Williem da Silva Barreto Júnior* No ensaio Decision-Making in a Democracy: The Supreme Court as a National Policy-Maker, Robert Dahl desenvolve importante análise acerca do papel desempenhado pela Suprema Corte dos Estados Unidos no sistema político norte-americano. Partindo da premissa de que a atuação do Tribunal não pode ser compreendida exclusivamente a partir da sua função jurisdicional, o autor procura demonstrar que a Corte exerce papel relevante na definição de po

Williem da Silva Barreto Júnior
28 de jun.11 min de leitura
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