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QUANDO O LOGOS DEIXA DE JULGAR O PODER: PLATÃO, ÉTICA E A CRISE DO JUDICIÁRIO BRASILEIRO
Por Gustavo Bertoche* Sobre a exposição da corrupção na Suprema Corte: o STF não é um tribunal politicamente neutro. É, do início ao fim, um tribunal político, sujeito a todas as vicissitudes da práxis política. A corrupção dos ministros, que enriquecem advogando pelas partes que serão julgadas (porque é óbvio que um pagamento de 131 milhões à esposa do ministro é um pagamento de 131 milhões ao próprio ministro), é a expressão do funcionamento adequado do sistema, e não uma a

Gustavo Bertoche
27 de set.6 min de leitura


DA FILOSOFIA PLATÔNICA AO NEOFASCISMO DIGITAL: REFLEXÕES SOBRE ÓDIO, XENOFOBIA E JUVENTUDE
Por Daniel Camurça Correia* A filosofia de Platão, desenvolvida na Grécia Antiga entre os séculos V e IV a.C., exerceu profunda influência sobre a formação do pensamento ocidental. Discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles, Platão fundou a Academia de Atenas e dedicou sua vida à investigação da justiça, da política, da ética e da educação. Em suas obras, defendia que a construção de uma sociedade equilibrada dependia do cultivo da razão, do conhecimento e da formação mora

Daniel Camurça Correia
6 de ago.3 min de leitura


O MITO DA CAVERNA E A REPRESENTAÇÃO
Por Ricardo Cortez Lopes * e Daniel Camurça Correia ** Segundo os estudiosos da representação, mais especificamente Michel Foucault, os filósofos gregos da Antiguidade apresentam um pensamento representacionista, que compreende o conhecimento como representação da verdade, excluindo o restante como mero engano. Contudo, à luz da represontologia, podemos tecer algumas reflexões mais livres, considerando que estamos realizando um anacronismo com fins especulativos. O mito da

Ricardo Cortez Lopes
3 de abr.2 min de leitura


NADA DE NOVO SOB O SOL DA FILOSOFIA: OS PROBLEMAS DE SEMPRE COM NOVAS ROUPAGENS
Por Gustavo Bertoche * Muitos intelectuais acreditam lidar com problemas absolutamente novos, jamais pensados anteriormente — problemas como, por exemplo, a questão da "inteligência artificial", o caráter autofágico da democracia, a proposta do gênero neutro na língua portuguesa. O que os intelectuais do nosso tempo ignoram — devido à sua deficiência cultural — é que esses problemas já eram discutidos, sob outras formas, há milhares de anos. O caso específico da proposta do p

Gustavo Bertoche
15 de jan.2 min de leitura
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