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O CAPITALISMO DE VIGILÂNCIA NAS ELEIÇÕES BRASILEIRAS DE 2026
Por Manoel Xavier Pires Neto* A aproximação do segundo turno do pleito presidencial de 2026 expõe um cenário em que a disputa pelo voto ocorre primariamente nas camadas silenciosas da mediação tecnológica. Longe dos palanques tradicionais, a formação das preferências políticas passa pela filtragem opaca de fluxos de informação customizados para cada indivíduo. A liturgia democrática perde gradualmente sua espontaneidade cívica enquanto operadores partidários convertem o cotid

Manoel Xavier Pires Neto
41false10 GMT+0000 (Coordinated Universal Time)7 min de leitura
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